Gerador de Hash SHA-1

Gere hashes SHA-1 de 160 bits — a função por detrás do Git

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Gerador de Hash SHA-1

A função digest de 160 bits que alimenta o Git

SHA-1 é uma função hash criptográfica da NSA que produz um digest de 160 bits (40 caracteres hex). Embora colisões práticas tenham sido demonstradas em 2017, SHA-1 ainda é usada no Git para identificação de commits.

O que é SHA-1?

SHA-1 processa dados em blocos de 512 bits através de 80 rondas de operações com operações lógicas bit a bit, adições modulares e rotações cíclicas.

✅ Características

  • Git VCS: Identifica cada commit e objeto nos repositórios Git
  • Saída 160 bits: Digest hexadecimal de 40 dígitos
  • Amplo suporte: Disponível universalmente em todas as linguagens
  • Rápida: Cálculo veloz com suporte hardware

📊 Casos de uso

  • Git: Identificação de commits, branching e merging
  • Checksums: Verificação de integridade de ficheiros
  • Sistemas legados: Antigos certificados SSL/TLS
  • Impressões digitais: Identificação de conteúdo

⚠️ Aviso de depreciação

SHA-1 é criptograficamente obsoleta. Google e CWI Amsterdam demonstraram colisões práticas em 2017 (ataque SHAttered). Use SHA-256.

🔄 Comparação SHA-1

🔵

MD5

128 bits

Comprometida — não usar

🟢

SHA-1

160 bits

Obsoleta — colisões conhecidas

🟡

SHA-256

256 bits

Segura — recomendada

❓ Perguntas frequentes

SHA-1 ainda é segura?

Não. Colisões práticas demonstradas em 2017. SHA-1 já não é aceite para assinaturas digitais.

Porque é que o Git ainda usa SHA-1?

O Git está a migrar gradualmente para SHA-256. A velocidade de SHA-1 e o seu uso não criptográfico no Git tornaram a migração menos urgente.

O que devo usar em vez de SHA-1?

SHA-256 para a maioria das aplicações.